3 motivos para mudar para o Sistema Positano Block

Apontamos que as infecções em roupa hospitalar representam um problema significativo de impacto social, afetando tanto a saúde humana quanto a saúde financeira dos hospitais e dos planos de saúde. O controle das infecções hospitalares hoje em dia é um dos maiores desafios enfrentados pelos administradores hospitalares. A infecção hospitalar ainda figura entre as principais preocupações nos hospitais e é uma das principais causas de morte no Brasil.

Nº 1 – A proteção é a principal característica das roupas de uso único do Sistema Positano Block. Isso se deve ao fato de que cada vez que uma roupa de tecido de algodão é submetida aos processos de lavagem, secagem, passadoria e esterilização, o tecido é danificado, tornando a roupa mais vulnerável e aumentando os riscos de contaminação. Estudos médicos recomendam até seis reutilizações para que os campos cirúrgicos não percam sua barreira microbiana (embora atualmente sejam utilizados muito mais vezes). As roupas, tanto para hotelaria hospitalar quanto para centro cirúrgico, confeccionadas com o super.tecido Positano de uso único, são mais seguras e eficazes na proteção contra infecções em comparação com as roupas hospitalares convencionais. Seu desempenho é consistente em sua totalidade, o que significa que é possível prever a eficácia do enxoval de uso único da Positano.

As superfícies e as roupas hospitalares são grandes reservatórios de microrganismos, tornando a lavagem da roupa hospitalar uma necessidade crítica para os hospitais. Segundo a OMS, cerca de um em cada dez pacientes acaba contraindo infecções hospitalares, resultando na morte desnecessária de 17% desses pacientes. No Brasil, mais de 7 mil hospitais lidam diariamente com toda a roupa suja e contaminada de aproximadamente 530 mil leitos.

A solução eficaz para acabar com as infecções hospitalares passa pelo fim dos serviços de lavagem de roupa hospitalar. Atualmente, esses serviços apenas conseguem reduzir a contagem de microrganismos, mas não eliminá-los completamente. No entanto, mesmo quantidades aceitáveis de microrganismos ainda são suficientes para transmitir doenças.

A utilização do Sistema POSITANO Block atende a um dos grandes desafios do ambiente hospitalar: manter pacientes, médicos e funcionários seguros contra contaminações e infecções hospitalares. Este sistema é mais eficiente que o sistema atual em processar roupa contaminada, além de ter como objetivo zelar pelo bem-estar do paciente, buscar reduzir sua permanência no hospital e, consequentemente, diminuir o custo por paciente.

Nº 2 – O Custo e Caracterização da Infecção Hospitalar em Idosos

O aumento da população idosa representa um impacto direto no setor da saúde. A hospitalização predispõe os idosos a complicações, como a infecção hospitalar (IH). O objetivo deste estudo foi caracterizar o perfil e os custos da IH em idosos em um hospital terciário público. Utilizou-se um método analítico transversal, com os dados derivados dos setores intra-hospitalares e as análises realizadas nos programas Excel 2010 e SPSS.

Participaram do estudo 341 idosos, com um índice de IH 3% superior à média mensal. Os sítios infecciosos mais frequentes foram o trato respiratório (58,1%), urinário (28,6%) e sítio cirúrgico (4,6%). Cada internação teve um custo médio de R$ 28.714,10, sendo que a antibioticoterapia representou 5% desse valor. O aumento de 15 dias na média de permanência acrescentou R$ 17.946,30 aos custos com a internação. Concluiu-se que os idosos apresentam uma maior vulnerabilidade à IH. Os quadros infecciosos prolongam as internações e elevam os custos, variando conforme o sítio. Este estudo foi publicado na revista Ciência e Saúde Coletiva, volume 19, número 8, Rio de Janeiro, agosto de 2014.

Infecção hospitalar, a próxima pandemia

Superbactérias: devido à gravidade do problema e à alta taxa de mortalidade associada, as superbactérias foram contextualizadas no ambiente hospitalar, especialmente após a morte do presidente Tancredo Neves, em 1985. Historicamente, o controle das infecções bacterianas teve início em 1935. Reconhece-se que o número de infecções hospitalares pode ser reduzido ou até mesmo eliminado ao eliminar o principal agente de contaminação: a roupa hospitalar.

Nº 3 – A descartabilidade gera preocupações ambientais e de segurança, especialmente para evitar a contaminação cruzada e o risco biológico do lixo hospitalar e dos descartáveis. Para abordar essas preocupações, o Sistema Positano Block desenvolveu as ETRs – Estações de Tratamento de Resíduos, que podem ser fixas ou móveis e realizam o tratamento diário no local do cliente.

Essa abordagem está alinhada com as recomendações da OMS – Organização Mundial da Saúde, que preconiza o tratamento do lixo o mais próximo possível de onde é gerado. O sistema Positano Block está voltado para o futuro, promovendo mudanças necessárias para criar um ecossistema seguro e sustentável.

Os resíduos de serviços de saúde:

O maior problema agora tem uma solução, conforme recomenda a OMS.

Denominado “lixo hospitalar” ou “resíduo séptico”, este representa um grande risco de contaminação e poluição ambiental. É sempre um problema significativo para os administradores hospitalares, dado que a atividade hospitalar é uma grande geradora de resíduos.

CRITÉRIO ESTABELECIDO EM SÃO PAULO

Na época, e persistindo até os dias de hoje, foi implementada a coleta dos resíduos de todos os hospitais em São Paulo, utilizando veículos designados exclusivamente para esse fim, e sua posterior cremação em incineradores mantidos pela Prefeitura.

Em 29 de dezembro de 1951, a Lei Estadual 1561-A estabeleceu, em seu artigo 195, que todos os hospitais deveriam possuir um sistema de coleta de lixo que garantisse higiene e assepsia, e que o lixo resultante dos serviços médicos cirúrgicos deveria ser incinerado.

Em 1º de junho de 1963, a Lei Municipal 6.297 determinou que todos os hospitais, sanatórios, casas de saúde, maternidades, ambulatórios, creches e outros estabelecimentos deveriam dispor de incineradores. No entanto, essa lei não foi regulamentada, não especificando quais resíduos deveriam ser incinerados, nem estabelecendo requisitos mínimos para os incineradores.

Em 21 de julho de 1970, o Decreto Estadual 52.497, que aprova o regulamento referente ao decreto-lei 211 do mesmo ano, estabeleceu que a instalação de incineração do lixo séptico ou cirúrgico em incinerador localizado no perímetro do nosocômio é obrigatória.

A Lei Municipal recente nº 7.775, promulgada em 13 de setembro de 1972, estabelece o seguinte:

A POSITANO Ambiental desenvolveu soluções inovadoras, incluindo a ETR – Estação Ecológica de Tratamento de Resíduos, que pode ser fixa ou móvel. Essa estação garante a destinação ambientalmente correta dos resíduos, fornecendo um laudo conclusivo composto por um certificado digital que registra todas as etapas do processo, garantindo que os parâmetros exigidos pela legislação vigente sejam atendidos.

É crucial abandonar métodos antigos e abrir espaço para o avanço tecnológico, e é por isso que na Positano estamos comprometidos com as práticas ESG (ambientais, sociais e de governança), em prol do desenvolvimento sustentável.

Conheça o Positano Block, nossa solução completa para gestão e estruturação da rouparia hospitalar, além da destinação ambientalmente correta do lixo séptico. Para mais informações, visite nosso site em www.positano.ind.br ou entre em contato pelo WhatsApp (11) 94198-2222.

SAÚDE E SUSTENTABILIDADE Contate-nos: 11-94198-2222

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